Um hambúrguer de 200 gramas de pura carne, grelhado no ponto escolhido e servido num prato aquecido.
O primeiro é que usamos produtos frescos para o fazer e o segundo não revelamos porque faz parte, neste tipo de molhos, haver um segredo.
Não gostamos de cogumelos em lata. E isto basta para que este molho seja feito apenas com cogumelos frescos.
O molho leva cerveja, alho e louro e o ovo é a cavalo. Nas tabernas era servido num prato de barro. Aqui é servido num prato de porcelana aquecido. Só isso mudou.
Rúcula, tomate seco, lascas de parmesão e molho de azeite virgem extra e limão. E é isto.
A receita original junta três sabores marcantes: ovo, bacon ou pancetta e parmesão. Nós mantivemos a alma do prato e tornámos o ovo mais evidente. E claro, por baixo está um hambúrguer grelhado com todo o cuidado.
Três sabores, texturas e temperaturas que se completam muito bem como cada garfada vai provar. Depois de um hambúrguer com sabores portugueses, eis que chega outro hambúrguer com sabores portugueses. Portugal está na moda!
O hambúrguer é coberto com fondue de queijo cheddar e servido com cebola confitada, ketchup e maionese de mostarda antiga, que lhe dá um toque de Velho Mundo.
Da receita do benedict mantivémos o ovo escalfado e o molho holandês. Acrescentámos um hambúrguer de 200 gramas de pura carne. Os puristas dizem que deveria ser chamado à Fiorentina, pois leva espinafres.
Pão focaccia, hambúrguer grelhado, alface, tomate, cebola roxa, molho maionese de mostarda antiga e ketchup. Mesmo no pão é servido em prato aquecido.
Com foie gras fresco, cebola confitada e redução de vinho do Porto. Apesar de demorar um bocadinho mais do que os outros a ser servido não deixa de ser fast food.
Croquetes de alheira servidos com molho de iogurte. Uma entrada especial. Tão especial que só está disponível na nossa loja do Parque das Nações.
Porque Thai? Porque é o preferido de um dos sócios que acha que tudo se deve comer com arroz. É um arroz perfumado que fazemos solto, com todo o cuidado. Porque fazer um simples arroz Branco tem o que se lhe diga.
A preocupação em servir as melhores batatas é constante, o resultado é que por vezes varia. A natureza nem sempre garante o grau de açúcares e humidade perfeito para fritar. Por isso ciclicamente temos o desgosto de ouvir: “As batatas já não são as mesmas”. Não tenha qualquer dúvida: são!
Esparregado bom foi algo que nos fez sentido desde o princípio. Achámos que ia bem. Infelizmente é um extra e tem de ser pago à parte. É que ele nos fica mais caro a fazer do que os outros acompanhamentos (e não dá para ter um esparregado mau).
Alface, rúcula, tomate e cebola roxa. Vinagreta feita por nós ou temperada por si. É um extra que aconselhamos vivamente. Infelizmente tem de ser pago à parte. Tal como esparregado, ela fica-nos mais cara a fazer do que os outros acompanhamentos.
As nossas bebidas incluem limonadas (feitas com limão) e chás gelados (feitos com chá). A coca-cola compramos feita porque ainda não descobrimos a fórmula.
Três mousses (nutella, doce de leite e limão) para comer só uma ou aos pares ou às triplas. São pequenas de propósito porque às vezes apetece assim mesmo.
Para ser servida à colher.
Bata ovos com açúcar, manteiga (nunca margarina) e chocolate derretido. Junte um pouco de farinha e uma colher de bom cacau (nunca aromatizante). Leve ao forno, em formas untadas, até ficar cozido por fora e líquido por dentro. Ou então peça um coulant h3.
Gelados artesanais de iogurte ou natas, molhos de chocolate feito com chocolate, caramelo feito com caramelo, frutos silvestres feito com frutos silvestres ou doce de ovos feito como deve ser, e por cima bolacha de manteiga feita com manteiga.